Não foi uma empresa
que construiu isto.
Foram professores.

"Passámos anos à procura de ferramentas digitais que realmente funcionassem na sala de aula. Decidimos construí-las nós próprios."

PD
AC
Pedro Dinis & Ana Cardoso Professores · Fundadores · jogar a aprender
🎮
12+
Jogos educativos desenvolvidos
🛠️
5
Produtos na família Skill
📚
1.º & 2.º
Ciclo do Ensino Básico
🔒
0
Dados pessoais de alunos recolhidos

Tudo começou dentro de uma sala de aula. Pedro Dinis, professor do 1.º ciclo com formação em TIC, olhava para os seus alunos e via o padrão de sempre: atenção dispersa, participação desigual, motivação que oscilava consoante o dia.

As ferramentas digitais que existiam eram ou demasiado complexas, ou pensadas para contextos muito diferentes da realidade das escolas portuguesas. Precisavam de contas, de instalações, de largura de banda, de tempo que os professores não tinham.

A ideia foi simples: e se os jogos que os alunos já conhecem fossem a porta de entrada para aprender? Snake, Tower Defense, Battleship — mecânicas familiares, agora alimentadas pelas perguntas do professor. Sem instalação. Sem conta dos alunos. Pronto em um minuto.

Ana Cardoso juntou-se ao projeto trazendo o rigor curricular que faltava — alinhamento com as Aprendizagens Essenciais, diversidade de conteúdos, a perspetiva da professora que sabe exatamente o que funciona em frente a 25 crianças de 8 anos.

O que começou como um jogo tornou-se uma plataforma. A plataforma tornou-se um ecossistema. E o ecossistema continua a crescer — sempre com a mesma bússola: ser útil para quem está na sala de aula.

"A primeira vez que usei um dos jogos na turma, a Ana olhou para mim e disse: 'estão todos a participar. Mesmo o Tomás.' O Tomás nunca participava. Foi esse momento que nos disse que estávamos no caminho certo."
— Pedro Dinis, fundador
Desenvolvido em contexto real de sala de aula, com alunos do 1.º e 2.º ciclo
Cada funcionalidade foi testada em situação real antes de ser lançada
Feedback de professores integrado continuamente no desenvolvimento
Privacidade dos alunos como princípio não negociável desde o primeiro dia

Três princípios que não negociamos

Não são frases numa apresentação. São as decisões que tomamos todos os dias quando construímos cada funcionalidade.

01
🎯

Pedagogia primeiro, tecnologia depois

Cada jogo, cada funcionalidade, cada detalhe começa com uma pergunta pedagógica — não com uma possibilidade tecnológica. A tecnologia serve a aprendizagem. Nunca ao contrário.

Na prática: cada jogo foi selecionado porque a sua mecânica tem valor pedagógico intrínseco.

02
👩‍🏫

O professor é sempre o centro

As ferramentas não substituem o professor — amplificam o seu trabalho. O professor configura, controla e decide. A plataforma executa. Esta hierarquia nunca muda.

Na prática: nenhuma funcionalidade tira autonomia ao professor. Todas acrescentam.

03
🔒

Privacidade como direito, não como opção

Os alunos do 1.º ciclo têm direito a uma experiência digital sem vigilância, sem perfis, sem dados recolhidos. Construímos a plataforma inteira em torno deste princípio.

Na prática: nenhum aluno precisa de criar conta. Nenhum dado pessoal é recolhido.

Duas pessoas. Um projeto.

Uma equipa pequena com papéis complementares — e a vantagem de conhecer o terreno por dentro.

PD
Pedro Dinis
Desenvolvimento · Design · Pedagogia
Fundador do projeto Ribaland

Professor do 1.º ciclo com formação em TIC e anos de experiência a integrar tecnologia em contexto educativo. É o arquiteto técnico do projeto — desenvolve os jogos, a plataforma e toda a infraestrutura.

Acredita que a melhor tecnologia educativa é aquela que o professor consegue usar sem manual de instruções — e que os alunos conseguem adorar sem perceber que estão a aprender.

Desenvolvimento web Design de produto PHP · Node.js · React Gamificação Pedagogia TIC
AC
Ana Cardoso
Pedagogia · Currículo · Conteúdos
Coordenação educativa do projeto

Professora do 1.º ciclo especializada em currículo e Aprendizagens Essenciais. Garante que cada ferramenta está alinhada com os objetivos reais da sala de aula — e que funciona com turmas de verdade, não em condições de laboratório.

É a voz que lembra que a melhor tecnologia do mundo não vale nada se não responder ao que os professores realmente precisam quando têm 25 crianças à frente.

Currículo 1.º e 2.º ciclo Aprendizagens Essenciais Design de conteúdos Avaliação formativa Didática

De onde viemos.
Para onde vamos.

O jogar a aprender não nasceu com um plano de negócios. Nasceu de uma frustração, de uma ideia, e de muita persistência.

Início do projeto
Os primeiros jogos Ribaland
Pedro adapta os primeiros jogos educativos para a sua turma — Tower Defense, Snake, Battleship. Nenhuma infraestrutura, apenas HTML e vontade de experimentar.
Crescimento
A plataforma Gameland
Os jogos ganham uma plataforma central. Ana junta-se ao projeto. Os conteúdos passam a estar alinhados com as Aprendizagens Essenciais.
Evolução
Nasce a família Skill
SkillPlay, SkillQuiz, SkillUp e SkillDraw tomam forma. O projeto passa de um conjunto de jogos para um ecossistema coerente de ferramentas educativas.
Hoje
jogar a aprender
A marca que unifica tudo. Site renovado, produtos maduros, uma comunidade de professores a crescer e a primeira geração de licenças disponível.
Em breve
SkillAcademy & mais
Formação para professores, novos jogos, integrações com outras plataformas — e tudo o que os professores que usam o projeto nos forem sugerindo.

Este projeto é feito
com professores.

Cada sugestão que recebemos de um professor que usa a plataforma torna-a melhor. Se tens uma ideia, uma crítica ou simplesmente queres experimentar — fala connosco.